Primeiro, são so divagações...
Aأ, algumas se cansam de ser so divagações e resolvem apostar mais alto... se organizam na forma de ideias. Esse é o momento perigoso: as ideias são pensaveis, analisaveis, cabiveis. A ideia insiste em permanecer, e te cutucar, te incomodar, te molestar. E quando elas não persistem mais do que poucos minutos fora do seu eu consciente, elas são ambiciosas, querem se expandir...
Agora, algumas, na insistencia de serem pensadas, correm o risco de ser relegadas ao temido plano das impossibilidade, não executaveis, e ali permanecerão talvez por toda a eternidade, talvez até uma melhor ocasião.
Mas, outras, a minoria, sobreviverão. E na insistencia, serão remodeladas, adaptadas, repensadas e, deixarão de serem ideias para serem projetos.
De projetos a planos de execuأ§أ£o أ© sأ³ um passo... Pronto, agora, aquela inocente e dأ³cil divagaأ§أ£o, cresceu, cresceu, cresceu. E sem que a gente perceba, nos transformou em escravos... Agora sأ£o eles, os planos executأ،veis, que nos comandam, nos fazem andar, lutar, brigar e sofrer, dia apأ³s dia, atrأ،s de sua execuأ§أ£o. E, sأ£o impiedosos, nأ£o admitem falhas, e nos castigam cruelmente com a dor dilacerante da incapacidade e da incompetأھncia.
Sأ£o assim os planos executأ،veis: realizaأ§أµes que ainda estأ£o no plano abstrato, mas jأ، existem.
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