Viajei um pouco com essa historia de marquesa dos insetos...
De repente, me imaginei na corte, era uma bela e grandiosa arvore. Eu tinha antenas e vestia belos vestidos tecidos pelas aranhas (eu sei, eu sei que aranhas nمo sمo insetos, mas entraram de bico na historia...). Minhas damas de companhia eram adoraveis joaninhas e meu conselheiro era o Louva-Deus.
Nos dias de festa, as borboletas apresentavam seu bale, e, as cigarras apareciam quando queriam para nos cantar as novidades do mundo. A alimentaçمo ficava por conta das doces abelhas e, das prestativas formigas com suas produtivas plantaçُes de fungos. Toda a defesa da corte era responsabilidade dos eficientes e corajosos besouros (igual os besouros daquele filme A Mumia, lembram?). A iluminaçمo noturna era promovida pelas lagartas...(sabe aquelas lagartas que brilham no escuro?)
Tudo ia muito bem até que me lembrei das baratas e das moscas varejeiras...Parece que sentia o “crek” delas embaixo do meu sapato enquanto abanava a mosca nojenta de perto do meu ouvido....
AGONIA
Foi o suficiente para acabar com minha bela historia...
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