Verdana não é a minha fonte preferida. É a dela. Não me recordo, já faz tanto tempo, parece que desde sempre escrevo em Verdana. E, sempre que seleciono a fonte escolhida, pois é preciso escolhê-la (como outras coisas importantes da vida, tem que se fazer a opção por), me sinto tão perto e, a saudade se aquieta. A cada caracter digitado, me lembro do seu olhar argumentativo e sua constrangedora liberdade de não ser rebelde. Sei que é uma homenagem boba, inocente até. E, sei que não adianta nada. Mais digno seria um telefonema que fosse, pra por um minuto sair da realidade claustrofóbica e lhe lembrar minha amizade.
Porém, sigo escrevendo em Verdana, eu gosto e é mais fácil.
2 comentários:
Cinarinha, você não tem idéia de o quanto conseguiu me emocionar com esse texto... Algo que poderia ser tão banal e corriqueiro, como a preferência por uma fonte no Word, se transformou, com as suas palavras, numa demonstração de amizade tão carinhosa e nostálgica... Sequer me lembro quando te disse que gostava da Verdana, mas tenho certeza que foi num momento de uma época sensacional da minha vida, na qual você teve um papel importantíssimo.
E agora, meus olhos estão marejados... Mas o gosto da lágrima é doce; porque é de saudade e de amizade por uma dulcíssima criatura de cabelo de tonhoinhon que cativou pra sempre um lugar no meu coração. Amo você!
Postar um comentário