De tempos em tempos: meu pequeno universo de desabafos e alucinações; a persistência de meus sonhos de poesia, o escape da racionalização e incoerência maçantes, meu espelho da contínua revolução pessoal.
domingo, março 10
Para um amigo distante e taciturno
Eu não te diria para chorar mas sim para que sorrisse. Não te aconselharia a entender o passado mas sim a que vivesse o presente. Não te ajudaria a lembrar o que ficou mas sim te apoiaria a ter esperança no que esta por vir. Não quereria que escrevesse sobre tua dor mas sim que desenhasse tua alegria.
Não sei se o que digo é certo ou errado mas, não sou terapeuta, sou amiga. Sendo assim, a mim é resguardado o direito de dar conselhos, ainda que errados, crivados de amor.
E, ainda que não possas escutar o som intempestivo de uma risada despropositada é contigo que estão meus pensamentos repletos de expectativas de em ti reencontrar aquela aura de quem tem urgência de vida, calor e brilho.
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